Os LATICÍNIOS ECONATA investem fortemente em inovação e desenvolvem uma nova fórmula que chega ao mercado brasileiro como a única opção de substituição da manteiga tradicional, tão natural e saudável quanto, mas com custos mais acessíveis.
Nem todas as pessoas estão acostumadas com o termo “blend”, quando falamos de alimentação. No entanto, esse termo é mais comum do que parece. Quando o assunto é carne, por exemplo, existem as misturas usadas para o preparo de hambúrgueres. Mas na busca por uma alimentação saudável, os famosos “blends” esbarram em grandes desafios a serem superados, porque existem alimentos aparentemente inofensivos incorporados à dieta e que possuem misturas com ingredientes pouco saudáveis, de acordo com especialistas. Essas misturas geralmente passam por um ultraprocessamento em que sofrem reações químicas e recebem aditivos antes de chegar à prateleira do supermercado.
Mas será que não existe uma outra maneira de obter-se esses blends de forma mais saudável?
Quando o assunto é produtos lácteos, há um questionamento muito grande em vários âmbitos. Em 2019, órgãos do governo brasileiro, como a ANVISA, passaram a discutir sobre a proibição de alimentos que contenham óleos e gorduras hidrogenadas ou transgênicas, utilizadas para a produção de alguns tipos de margarina.
Nesse contexto, o Óleo de Palma surge como uma alternativa de matéria-prima mais saudável, do ponto de vista médico. O óleo pode ser muito benéfico, pois já contém conservantes naturais que aumentam a vida útil dos produtos, apresenta maior rendimento se comparado aos demais óleos e não apresenta gorduras trans, nem tampouco organismos geneticamente modificados, o que é primordial para uma alimentação saudável.
Mas, há quatro anos, uma ressalva econômica importante sobre o assunto ainda não possibilitou uma deliberação que viesse a proibir, de fato, a fabricação e comercialização do produto no país, revelando que produções orgânicas, sem a utilização de químicos, podem custar mais caras.
Resumindo: mesmo que a matéria prima seja mais saudável, o processo para a fabricação pode custar mais caro.
Fernando Martins, engenheiro químico e diretor de operações dos Laticínios Econata, diz, ainda, que é possível considerar ideias antes impensadas para adotar novos métodos de produção de manteigas blends, para tentar barrar os avanços nos custos dos alimentos derivados do leite, já que, segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a tendência do aumento dos preços dos derivados do leite chegou, nos últimos dois anos, a 62% de crescimento para o produtor e 43% para o consumidor.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o cultivo da palma quase dobrou na última década no Brasil. A palma chega a produzir 1,8 a 4,9 toneladas de óleo por hectare. Enquanto a soja, por exemplo, produz uma média de 0,4 a 0,8 toneladas na mesma área.
Para Fernando Martins, é importante considerar a hipótese de trabalhar com outros processos, a partir de métodos mais saudáveis, do ponto de vista médico, e mais sustentáveis, se considerado o fato de que produções que envolvem agentes químicos podem afetar além do organismo humano.
“Atualmente, todas as blends encontradas no mercado brasileiro se utilizam do método da interesterificação para a produção de margarinas para uso doméstico e industrial, com catalisadores químicos, ou seja, metóxido de sódio e/ou enzimas do tipo lipase”, lembra o diretor de operações dos Laticínios Econata. A interesterificação, mencionada por ele, consiste em alternativa tecnológica ao processo de hidrogenação parcial, uma vez que viabiliza a produção de óleos e gorduras com funcionalidades específicas, segundo publicação da Universidade Estadual de Campinas-SP.
“É preciso inovar, buscar alternativas, pensar em matérias-primas que temos em abundância e que podem substituir processos inadequados”, destacou o engenheiro químico, ao lembrar da possibilidade de se utilizar óleo de palma como parte da produção de uma manteiga blend, visando a saúde dos consumidores.
De acordo com a Associação Brasileira de Produtores de Óleo de Palma (ABRAPALMA), a palma produz até 10 vezes mais do que outras oleaginosas; quando bem orientada, seguindo os critérios sociais e ambientais exigidos pela legislação brasileira e pelos critérios internacionais de sustentabilidade; pode ajudar no sequestro de carbono, contribuindo para mitigar os problemas relacionados às mudanças climáticas.
Mais saudável, com menos custo. Será o Óleo de Palma a matéria prima do futuro?
A Resposta é: SIM. Os LATICÍNIOS ECONATA acabam de desenvolver uma nova fórmula que promete revolucionar a indústria e food services. A Manteiga BLEND Pouso Alto, desenvolvida com um investimento de mais de R$7,5 milhões pelos LATICÍNIOS ECONATA, tem o potencial de impactar positivamente em até 15% o mercado de manteiga e margarina no próximo ano. Tudo isso, mantendo a naturalidade e sabor da manteiga junto com as características de custos da margarina.
A manteiga BLEND traz uma fórmula tão inovadora, que a torna a única substituta “fiel” ao produto tradicional, com custos que chegam até 25% menos. A manteiga BLEND é 100% natural, sem aditivos ou processos químicos na sua produção, com características funcionais ampliadas – presença de Ômega 3 e 6, sem gordura trans e sem transgênicos. A fórmula exclusiva desenvolvida pelos LATICÍNIOS ECONATA, une a tradição da manteiga com a gordura de palma e o cuidado com os animais com o respeito à natureza.
Com a pauta ESG em voga na empresa, a ECONATA acaba de fechar um grande acordo comercial com a ICOFORT na compra da gordura de palma. “Temos uma grande preocupação com a sustentabilidade da nossa empresa e a manteiga BLEND demonstra isso, pois a cultura de palma é mais sustentável das gorduras vegetais”, conta Roberto Barcelos, CEO dos LATICÍNIOS ECONATA.