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Food InnovationRadarConsumo de macarrão instantâneo cresce 11% no Brasil

Consumo de macarrão instantâneo cresce 11% no Brasil

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Brasileiros ocupam o 10º lugar no ranking mundial de consumo do produto com 2,7 bilhões porções

Novo levantamento divulgado pela Associação Mundial de Macarrão Instantâneo (WINA, na sigla em inglês) revela que, em 2020, o Brasil consumiu cerca de 2,7 bilhões de porções de macarrão instantâneo, o que significa um aumento de 11% na comparação com o ano anterior, enquanto o crescimento global foi de 9,6%. Isso demonstra o quanto o cenário de “ficar em casa” levou os consumidores a reavaliarem e levarem muito em consideração o sabor, praticidade e variedade do produto, e reconheceram e se conscientizaram de que o macarrão instantâneo é um importante alimento também em situações de crises mundiais, como a causada pela pandemia. Nesse cenário a indústria de macarrão instantâneo se consolidou como uma categoria de negócios resiliente.

O estudo revela também que o Brasil ocupa a décima posição no ranking global dos países consumidores de macarrão instantâneo, o que o torna – pelo quinto ano consecutivo – líder de consumo na América Latina. O consumo per capita no Brasil é de 12-13 porções.

Entre as nações das Américas, os Estados Unidos são a única que permanece à frente do Brasil, na sexta posição, com o consumo de 5 bilhões de porções no ano passado.

A China/Hong Kong se mantém em primeiro lugar no ranking mundial por registrar o consumo de 46,3 bilhões de porções em 2020, seguida por Indonésia e Vietnã.

O produto é tão importante que no mês de agosto é comemorado o Dia do Miojo.

Pioneirismo

O primeiro macarrão instantâneo do mundo foi criado no Japão pelo fundador da NISSIN FOODS, Momofuku Ando, em 1958. O empreendedor japonês viu a demanda crescer, abriu uma fábrica e passou a criar outras versões do produto para diferentes países. Chegou ao Brasil em 1965 e logo conquistou o mercado do país. 

“O principal objetivo do Sr. Momofuku Ando era criar um alimento prático, seguro, saboroso, com armazenabilidade e acessível à população japonesa que passava fome e tinha dificuldade de obter comida após a Segunda Guerra Mundial. Em 2018 a WINA incluiu mais dois princípios ao famoso produto: ser nutritivo e ecologicamente sustentável”, explica Takashi Asano, presidente da NISSIN FOODS DO BRASIL. “Ainda nos mantemos fiéis aos pilares do produto, por isso temos reconhecimento dos nossos consumidores,” acrescenta o executivo.

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