Close Menu
Food InnovationFood Innovation
  • Home
  • Pauta Editorial 2026
  • Anuncie
  • Fale conosco
  • Mundo
  • Tendências
  • Mercado
  • Cadastre-se no FI News
  • Últimas Notícias NI

Subscribe to Updates

Get the latest creative news from FooBar about art, design and business.

What's Hot

Twix amplia linha no Brasil com novos sabores Cocada e Banoffee

08/07/2026 · 11:56

Pringles lança pão de hot dog inspirado em seus sabores nos EUA

08/07/2026 · 11:44

Cachaça amplia espaço na gastronomia mineira além da caipirinha

08/07/2026 · 10:01
Instagram LinkedIn
  • Pauta Editorial 2026
  • Anuncie
  • Contato
LinkedIn Instagram
Food InnovationFood Innovation
  • Mundo
  • Tendências
  • Mercado
Newsletter
  • Home
  • Pauta Editorial 2026
  • Anuncie
  • Fale conosco
  • Mundo
  • Tendências
  • Mercado
  • Cadastre-se no FI News
  • Últimas Notícias NI
Instagram LinkedIn
Food InnovationFood Innovation
Início » Carne produzida em laboratório pode estar na sua mesa nos próximos anos
Ciência & Tecnologia Por Janaina5 minutos de leitura12/01/2022 · 10:58

Carne produzida em laboratório pode estar na sua mesa nos próximos anos

Compartilhe WhatsApp LinkedIn Email Copy Link
Siga-nos:
Instagram LinkedIn
WhatsApp LinkedIn Email Copy Link

Desenvolvida à base de células animais, a proteína cultivada é uma alternativa revolucionária para reduzir o impacto ambiental da produção de alimentos

Se dissessem a você, uns cinco anos atrás, que em 2021 haveria restaurante servindo carne feita em laboratório, certamente acharia que era coisa de ficção científica. Mas, nesse curto intervalo, o que parecia improvável e distante se tornou uma realidade.

Há poucos dias, um sofisticado restaurante em Singapura serviu no jantar o peito de frango cultivado in vitro de uma startup americana, como uma amostra dos novos produtos que a empresa teve autorização para comercializar no país. 

O evento celebrou o aniversário de um ano da primeira aprovação regulatória da mesma empresa em Singapura, que fez história como o primeiro governo a dar essa permissão. Um marco de como será o consumo de carne nas próximas décadas.

De lá para cá, se vê o aquecimento de um mercado que já envolve pelo menos dez países, segundo o The Good Food Institute (GFI), movimentando foodtechs e grandes companhias. Eram mais de 70 empresas pelo mundo no último mapeamento da entidade. Só em 2020, o setor recebeu 360 milhões de dólares em investimentos, seis vezes mais do que em 2019.

E esses números prometem crescer ano a ano: a projeção da consultoria alemã AT Kearney, por exemplo, é de que em 2040 cerca de 35% da carne consumida globalmente seja produzida dessa maneira.

Como funciona

A proteína cultivada pode parecer algo distante e complexo, mas a base do processo é simples e mais comum do que se imagina.

Primeiro, é retirada uma pequena amostra de tecido do animal vivo (bovinos, suínos, frango ou pescado), por biópsia ou a partir de uma célula embrionária. Em uma placa de cultivo fora do animal, essa amostra é alimentada com nutrientes e fatores de crescimento, para que se multiplique em meio a um substrato até compor um tecido completo.

Tudo isso acontece dentro de biorreatores, equipamentos que funcionam como um vaso onde a célula poderá se multiplicar. De forma geral, a indústria de alimentos já está habituada a usar biorreatores ─ na produção de iogurtes, queijos e cervejas, por exemplo.

Benefícios

Para alimentar uma população que pode chegar a 10 bilhões em 2050, a ONU estima que será preciso aumentar a produção de alimentos em 70%. Por outro lado, conter o aquecimento do planeta requer uma redução drástica nas emissões de gases de efeito estufa (GEE), cujo sistema alimentar global está entre os principais responsáveis.

A proteína criada do cultivo celular se apresenta então como uma alternativa para equacionar essas questões, diminuindo consideravelmente o impacto da produção de alimentos no meio ambiente.

O processo in vitro elimina o abate, portanto, minimiza os rebanhos. Além do fator ético, isso significa menos GEE sendo emitido na atmosfera, menos grãos produzidos para alimentar os animais, menos recursos naturais usados e mais áreas liberadas para estratégias de conservação e proteção da biodiversidade.

Um estudo encomendado pelo GFI e a empresa asiática Gaia aponta que esse modelo de produção pode derrubar o uso da terra em até 98%, o uso de água em até 95% e a pegada de carbono em até 80%.

Em adição aos ganhos ambientais, a tecnologia favorece o bem-estar animal e oferece benefícios à saúde humana, já que resultaria em uma carne livre de hormônios, antibióticos e outros contaminantes.

Perspectivas

Ainda são vários os desafios até que os produtos cheguem aos supermercados competindo com a carne convencional, principalmente no quesito preço. Porém, cientistas e empresas mundo afora seguem em ritmo acelerado na direção de tornar a produção viável para escala comercial.

Para isso, são crescentes os investimentos em pesquisa, a criação de institutos especializados, o número de profissionais se preparando para fazer carreira na área e governos estabelecendo caminhos regulatórios.

E esse é um movimento que está só começando, segundo Elliot Swartz, cientista-chefe de carne cultivada na equipe de Ciência e Tecnologia do GFI. Em artigo, ele lembra que muitas indústrias experimentaram trajetórias semelhantes, como a de energia solar.

“Em seus primeiros dias, com preços exorbitantes, os módulos solares fotovoltaicos foram evitados, mas acabaram ganhando espaço ao atender a indústria de satélites. À medida que mais módulos fotovoltaicos eram produzidos para espaçonaves, seus custos diminuíam, permitindo o acesso em mercados muito maiores e mais convencionais na Terra. Isso criou um ciclo de feedback positivo que resultou em um declínio de 99,6% nos custos da energia solar fotovoltaica desde 1976, com declínios concomitantes nos preços da energia solar”, diz.

Também vai chegar à sua casa

O Brasil já ingressou nesse mercado. Universidades, startups e grandes companhias estão se movimentando para acompanhar as inovações no segmento.

A JBS, por exemplo, que é a maior companhia global de proteínas, firmou um acordo em novembro para aquisição da empresa espanhola BioTech Foods, especializada no desenvolvimento de biotecnologia para produção de carne cultivada.

A negociação inclui o investimento na construção de uma nova unidade fabril na Espanha e a implantação do primeiro Centro de Pesquisa & Desenvolvimento em Proteína Cultivada do Brasil, previsto para ser inaugurado em 2022 com cerca de 25 pesquisadores.

“Esta aquisição reforça nossa estratégia de inovação, desde como desenvolvemos novos produtos até como comercializamos, para atender à crescente demanda global por alimentos. Unindo o conhecimento tecnológico com nossa capacidade de produção, seremos capazes de acelerar o desenvolvimento do mercado de proteína cultivada”, declarou Gilberto Tomazoni, CEO global da JBS.

A BioTech opera uma planta piloto na cidade de San Sebastián e a previsão é atingir a produção comercial em 2024. Segundo a JBS, inicialmente, o produto chegará aos consumidores em alimentos preparados (hambúrgueres, embutidos, almôndegas etc.) com a mesma qualidade, segurança, sabor e textura da proteína tradicional.

 

 

 

Fonte: Exame 12.01.2022

carne Carne no laboratório células animais Proteína

Posts relacionados

Novos Produtos

Dadinho lança paçoca zero açúcar com proteína

Novos Produtos

Bacio di Latte amplia portfólio com linha Bacio Zero

Novos Produtos

Bel amplia portfólio com lançamento do Moranguete proteico

Empresas & Negócios

Solar Foods integra projeto europeu de hidrogênio para escalar proteína do ar

Empresas & Negócios

Sadia é nova patrocinadora da CBF e fornecedora oficial de proteína da Seleção Brasileira

Novos Produtos

Nestlé amplia portfólio Nescau Protein com versão pronta para beber

Anastacio
FiSA
Rousselot - 30.06.26 -  30.08.2026
Mais lidas
🔥 Mais lidas

Ver mais

Regulatórios & Segurança
Regulatórios & Segurança

Ver mais

Regulatórios
Nova regulamentação do chocolate eleva exigências para indústria no Brasil
Regulatórios
Bares e restaurantes esperam alta de 20% no Dia das Mães
Embalagem & DesignRegulatórios
Abrasorvete intensifica atuação em rotulagem e segurança de alimentos
Regulatórios
Segurança alimentar ganha protagonismo em cozinhas profissionais
Ciência & TecnologiaRegulatórios
Anvisa lança canal no WhatsApp e reforça comunicação com alimentos
Eventos do Setor
  • 04 ago
    Food Ingredients South America 2026
    04/08/2026 a 06/08/2026
  • 19 ago
    Newtopia Now 2026
    19/08/2026 a 21/08/2026
  • 31 ago
    SIAL Shenzhen 2026
    31/08/2026 a 02/09/2026
  • 02 set
    Vitafoods Asia 2026
    02/09/2026 a 04/09/2026
  • 17 out
    SIAL Paris 2026
    17/10/2026 a 21/10/2026
  • 28 set
    Analitica Latin America 2027
    28/09/2027 a 30/09/2027
Fique por dentro!
Receba as principais notícias e tendências do setor direto no seu e-mail.
Rodapé 2
IBM_logo_Branco

Grupo de mídia especializado dedicado ao desenvolvimento do mercado de alimentos funcionais e suplementos, com foco em ingredientes, tecnologias, inovação e soluções para a indústria.

Siga-nos

Instagram Linkedin-in

Contato

  • [email protected]
  • (11) 5588-4256
  • Av. Eng. Armando de A. Pereira, 2937 Cj 205, 2° andar – Bloco A – Jabaquara São Paulo – SP · CEP 04309-011
Instagram LinkedIn
Editorias
  • Alimentos
  • Aromas
  • Bebidas
  • Embalagem & Design
  • Food Service
  • Inteligência de Mercado
Institucional
  • O Food Innovation
  • Quem Somos
  • Cadastre-se no FI News
  • Anuncie
  • Contato
Explore Nossas Marcas

Agri
Innovation

Cosmetic
Innovation

Food
Innovation

Household
Innovation

NUTRA
Innovation

Pharma
Innovation

PAINT
Innovation

Innovation
Live Mktg

Revista H&C

© 2026 Food Innovation · Innovation Business Media Ltda. · Todos os direitos reservados
  • Termos de uso
  • Política de Privacidade
  • Sobre Cookies
  • Sobre o uso de I.A. generativa

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

Nós utilizamos cookies com objetivo de prover a melhor experiência no uso do nosso site. Leia nossa Política de uso de cookies para entender quais cookies nós usamos e quais informações coletamos em nosso portal. Ao continuar sua navegação, você concorda que podemos armazenar cookies no seu dispositivo.