O recém-lançado Rock Brewing une cerveja Pilsen e vinho de mesa tinto para conquistar o consumidor que busca novas experiências.
Um segmento no mercado de bebidas cresce e revela novas opções para o cosumidor: as bebidas híbridas e prontas para beber. A produção nacional de RTDs — ready to drink, ou prontos para beber — chegou a 178,9 milhões de litros em 2024, com projeção de alcançar 228,6 milhões de litros até 2029, segundo a consultoria Euromonitor.
O momento mais recente confirma a aceleração. No Carnaval de 2026, as vendas de drinks prontos em bares e festas subiram 94%, contra 60% das cervejas, segundo a plataforma Zig. E há ainda margem ampla de expansão: os RTDs representam apenas cerca de 2% do mercado de bebidas alcoólicas do país — contra 10,7% na América do Norte —, o que indica um longo caminho de crescimento pela frente.
O que está por trás do movimento
O avanço das bebidas que fogem dos códigos tradicionais reflete uma mudança de comportamento: o consumidor busca novidade, versatilidade e ocasiões de consumo compartilhadas. São pessoas que frequentam bares, shows, festivais, happy hours e eventos sociais, apreciam cerveja, vinho e drinks, e valorizam produtos fáceis de beber, com identidade própria e feitos para dividir o momento — não apenas para serem consumidos.
É nesse ciclo de crescimento que se encaixam os segmentos híbridos já consolidados, como o chope de vinho — bebida que une cerveja e vinho e vem ganhando espaço como alternativa versátil entre os dois universos. Exemplo do sucesso desse novo momento do mercado é a Rock Brewing, com o seu coquetel composto que combina cerveja Pilsen e vinho de mesa tinto. A bebida oferece espuma cremosa, aroma vínico com leves notas de morango e sabor equilibrado entre dulçor, corpo e refrescância.
Desenvolvida com blend exclusivo de uvas para personalizar o perfil sensorial, a bebida chega em garrafa de 600 ml, com identidade visual em tons de vinho, dourado e off-white que foge tanto da linguagem clássica dos vinhos quanto dos códigos tradicionais da cerveja. O posicionamento é de preço acessível — uma experiência diferenciada, sem se tornar um produto elitizado — e a distribuição inicial abrange supermercados, atacarejos, conveniências e distribuidoras.



